Atuação técnica e estratégica em renegociação de dívidas, defesa em execuções e proteção patrimonial — para o produtor rural com operações em Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.
A maioria procura o escritório quando o vencimento se aproxima do inadimplemento, quando a colheita não cobriu o custeio, ou quando a execução já foi instaurada. Existe um caminho técnico — e ele começa antes.
Frustração de saca, queda de preço, perda climática — fatores que tornam o vencimento da parcela impossível. Existe estratégia para postergação e renegociação técnica antes do inadimplemento.
Citações, penhoras, alienação fiduciária acionada. A defesa técnica imediata pode reverter trajetórias que parecem consolidadas — desde que o contrato seja submetido a análise integral.
Encargos não previstos, garantias migradas, cláusulas que descaracterizam a operação como crédito rural e a deslocam para o regime comum. A revisão técnica é onde a defesa começa.
Meu avô foi produtor rural no interior do Rio Grande do Norte. Dedicou a vida à terra. Meu pai, filho mais velho, trabalhou ao lado dele desde cedo — até que a dureza da vida no campo, somada às dificuldades financeiras, forçou a família a vender a propriedade.
A terra foi embora. A memória ficou. E cresceu.
Cresci ouvindo essas histórias — e entendi, com o tempo, que o que faltou para a minha família foi exatamente o que falta hoje para tantos produtores: amparo jurídico antes que seja tarde.
Por isso o WLima existe. Não como um escritório que descobriu o agro como mercado, mas como uma advocacia que nasce dele. Atuamos por convicção, não por tendência. Nossa causa é o produtor rural. Nossa ferramenta é o direito. Nosso propósito é garantir que você colha justiça onde antes colhia incerteza.
Esta é uma advocacia com raízes na terra — e compromisso com quem a cultiva.
Concentramos a prática nos pontos em que a especialização jurídica gera maior proteção e retorno ao produtor.
Análise contratual e estratégia para postergação, revisão de encargos e renegociação junto a bancos e cooperativas, especialmente nas janelas que antecedem o vencimento da parcela.
Conversar sobre isso →Defesa imediata em execuções judiciais e contratos com garantia fiduciária. Avaliamos o extrato analítico do contrato e construímos a estratégia de reversão ou suspensão.
Conversar sobre isso →Auditoria de contratos vigentes, planejamento sucessório rural e organização patrimonial — para que a próxima safra encontre a fazenda protegida, não vulnerável.
Conversar sobre isso →Revisão técnica de Cédulas de Produto Rural, contratos de custeio, investimento e giro — identificando encargos não evidentes e estruturas de risco antes da assinatura.
Conversar sobre isso →Atuação em sinistros de seguro rural não pagos, conflitos com fornecedores de insumos e cooperativas, e disputas de fornecimento que afetam a operação do produtor.
Conversar sobre isso →Estruturação jurídica para garantir a continuidade da atividade rural entre gerações, com proteção fiscal, governança familiar e preservação da unidade produtiva.
Conversar sobre isso →Regularização de imóveis rurais, análise e saneamento de escrituras, ações possessórias e usucapião — para que a base dominial da fazenda se sustente em sede de execução, financiamento ou venda.
Conversar sobre isso →Auditoria jurídica completa de imóveis rurais e operações de M&A agro: matrícula, passivos ambientais, trabalhistas, fiscais e contratuais — antes do dinheiro mudar de mãos.
Conversar sobre isso →Sem promessas. Com clareza, técnica e responsabilidade — do primeiro contato ao desfecho do caso.
A primeira conversa é técnica e sem compromisso. Entendemos a operação, o contrato, a safra e a urgência antes de qualquer parecer.
Análise do contrato, do extrato analítico, da garantia e do estado processual. Identificamos onde está a margem técnica de atuação.
Apresentamos os caminhos legais possíveis, com suas chances, custos e prazos. A decisão é sua — informada.
Acompanhamento dedicado até o desfecho, com comunicação constante e responsabilidade técnica integral pelo caso.
Mestre em Direito Tributário, especialista em Direito do Agronegócio e em Direito Tributário e Processo Tributário, com 18 anos de prática voltada ao produtor rural. Construiu o escritório a partir de uma história familiar — o avô produtor rural no interior do Rio Grande do Norte e o pai forçado a deixar a terra — e dedica a atuação à defesa estratégica do agronegócio familiar e empresarial.
Atua em renegociação de dívidas rurais, defesa em execuções bancárias, alienação fiduciária, análise técnica de Cédulas de Produto Rural e planejamento patrimonial, com presença nos Estados de Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.
Especialista em Direito Bancário, com atuação preferencial em direito rural e proteção patrimonial. Concentra a prática na defesa do patrimônio dos produtores e suas famílias em situações críticas, com ênfase em planejamento sucessório rural, estruturação jurídica de propriedades e revisão preventiva.
Conduz casos com escuta ativa e visão estratégica, traduzindo a complexidade jurídica em decisões claras para o produtor — sem juridiquês, com a precisão que o patrimônio rural exige.
Casos reais conduzidos pelo escritório. Identificação dos clientes preservada por dever ético — informações detalhadas disponíveis em consulta.
Revisão técnica de Cédula de Produto Rural com redução substancial dos encargos após renegociação contratual.
Execução suspensa antes da penhora, com renegociação subsequente do débito.
Vencimento de parcela prorrogado por um ciclo de safra, sem aumento de juros.
Resultados variam conforme cada caso. Não constituem promessa de êxito.
Sim. A renegociação extrajudicial coexiste com a defesa processual e, em muitos casos, é justamente a propositura da execução que coloca a instituição financeira em posição mais flexível para discutir o débito. O essencial é submeter o contrato e o extrato analítico à revisão técnica antes de aceitar qualquer proposta apresentada pelo credor.
Em hipóteses concretas, sim. Identificam-se reversões quando há vício na constituição da garantia, descumprimento do procedimento legal de notificação ou de leilão, ou descaracterização da operação como crédito rural. A análise depende do contrato específico e do estado processual em que a medida foi acionada.
Sim, desde que identificadas cláusulas abusivas, encargos não previstos no momento da contratação ou descaracterização da natureza rural da operação. O fato de a CPR ser título executivo não a torna inatacável — o conteúdo material das obrigações continua sujeito à revisão judicial.
Sim, com lastro probatório adequado. A perda climática, sanitária ou produtiva documentada por laudo técnico fundamenta tanto a renegociação extrajudicial quanto, em casos específicos, pedidos judiciais de suspensão e de revisão dos termos da obrigação contratada.
Em hipóteses específicas, sim — sobretudo quando a constrição compromete a continuidade da atividade produtiva, recai sobre bens protegidos por impenhorabilidade legal ou quando existem meios menos gravosos para a satisfação do crédito. A defesa depende da fase processual e da documentação que comprove a essencialidade dos bens.
O prazo varia conforme a complexidade do contrato, o estágio da inadimplência e a disposição da instituição financeira. Em casos extrajudiciais de menor complexidade, o desenho pode ser concluído em poucas semanas. Em casos judicializados ou com múltiplas garantias, a estratégia se desenvolve ao longo de meses, com etapas escalonadas.
Antes de qualquer parecer, antes de qualquer estratégia, entendemos a sua operação. A consulta inicial é técnica e sem compromisso — uma conversa direta sobre onde você está e quais caminhos legais existem.